terça-feira, 11 de outubro de 2016

Caminhos antigos na Baixada Fluminense

Comunicação de Paulo Clarindo no Sétimo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, dia 17 de junho de 2016, em Santos Dumont, MG.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Os Caminhos de Ernst Hasenclever em Minas Gerais

Comunicação de Edson Brandão no Sétimo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, dia 17 de junho de 2016, em Santos Dumont, MG

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Fontes para a História Regional em São João del Rei

Comunicação apresentada por Jairo Machado no Sétimo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, dia 17 de junho de 2016, em Santos Dumont, MG

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Patrimônio Histórico e Cultural de Santos Dumont

Comunicação de Oswaldo Henrique Castello Branco no Sétimo Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, dia 17 de junho de 2016, em Santos Dumont, MG

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O Encontro de Pesquisadores na visão de alguns participantes

Reportagem sobre o VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, realizado na cidade de Santos Dumont nos dias 17 e 18 de junho de 2016, de autoria de Tiago Guimarães, promotor cultural em Santos Dumont, MG.


terça-feira, 21 de junho de 2016

Cidades Invisíveis

Sugestão do confrade José Luiz Teixeira, do IAPAC 

Documentário realizado sobre as ruínas de cidades extintas do Estado do Rio de Janeiro. Produzido pelo Inepac, o filme percorre vestígios das antigas vilas de Santo Antônio de Sá, São João Marcos, Iguassú e Estrela. Ativas entre os séculos XVIII e XX e importantes na ocupação do solo fluminense, desapareceram em meio a crises econômicas, epidemias e modificação das rotas comerciais. Através de fragmentos, contamos a história dessas cidades, enfocando a importância do tombamento dos bens fluminenses e a luta pela preservação de suas memórias.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Obra inédita de viajante alemão do século XIX será lançada no Encontro de Pesquisadores

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS



Fruto de parceria e cooperação técnica com a historiadora e professora da Universidade de Colônia, na Alemanha, Débora Bendocchi Alves, que assina a organização da obra, a publicação é composta por relatos, mapas e desenhos inéditos produzidos em 1839 pelo comerciante alemão que dá nome ao livro, apresentando também estudos críticos com informações biográficas e históricas.

Em sua estadia de pouco mais de seis anos no Brasil, quando realizou viagens pelo interior do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e por algumas províncias do Nordeste, Ernst Hasenclever deixou suas impressões registradas em dez pequenos cadernos e em um vasto conjunto de desenhos, a lápis, dos lugares e paisagens que visitou. Esse pequeno conjunto documental é de grande relevância para o conhecimento do país na primeira metade do século XIX e a obra, ora editada, deverá impulsionar novos estudos e publicações.

A decisão de editar separadamente os quatro diários da viagem do Rio de Janeiro a Minas Gerais, realizada em 1839, coube ao produtor cultural e artista gráfico Edson Brandão e à historiadora Maria Marta Araújo, coordenadora da Coleção Mineiriana, que destacam em um dos estudos críticos que integram o livro, a importância dos relatos e desenhos de Ernst Hasenclever para a iconografia mineira. De acordo com eles, o recorte dado à viagem a Minas condiz com a intenção do autor que, inspirado por Goethe e pelos chamados grand tourists da virada do século XVIII para o XIX, buscou fazer, com toques literários e jornalísticos, um relato coeso de sua fascinante e curiosa viagem à província das minas de ouro, em tudo conforme ao gênero das narrativas de viagem, tão apreciado em sua época.

Destaques - A tradução dos diários de Hasenclever foi um trabalho extremamente difícil, uma vez que foram escritos em Kurrentschrift (antiga escrita alemã) e exigiu do tradutor e especialista em história de Minas Gerais, professor Friedrich Renger, um minucioso trabalho de cotejamento com os originais e de inserção de notas explicativas ao longo de todo o texto.

Além de assinar o importante estudo que contextualiza as companhias inglesas de mineração do ouro em Minas, objeto principal das visitas realizadas pelo viajante, Renger descobriu e traduziu também um conjunto de cartas entre Hasenclever e o cientista Peter Lund, as quais constam da publicação, assim como uma correspondência, escrita originalmente em inglês pelo viajante, em que se contrapõe às notícias que circulavam na Inglaterra, à época, sobre possíveis maus tratos aos escravos da mina inglesa de Gongo Soco.
Coleção Mineiriana - Com 43 títulos publicados desde 1993, a Coleção Mineiriana é constituída por edições atualizadas de manuscritos inéditos dos séculos XVIII, XIX e XX, obras fundamentais de referência à pesquisa, traduções de textos de viajantes inéditos em português, reedições revistas de obras clássicas e de raridades bibliográficas da historiografia mineira.


terça-feira, 14 de junho de 2016

Santos Dumont nos Mapas Antigos

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Resumo: Em sequência à linha de pesquisa iniciada com as representações de Conselheiro Lafaiete nos mapas do Caminho Novo e da Estrada Real, o autor tratará das representações de Santos Dumont nesses mapas, tendo parte do traçado do Caminho Novo como referência e considerando  o período compreendido entre os primeiros anos do século XVIII e do XX.  Adquirida por João Gomes em fins do primeiro quartel do século XVIII, a região ficou conhecida inicialmente como Rocinha de João Gomes, recebendo algum tempo depois  a denominação de Arraial de João Gomes. Posteriormente, elevado à condição de cidade recebeu, em 1889, o nome de Palmira. Em 1932, recebeu sua atual denominação em homenagem ao inventor Santos Dumont.
Antônio Gilberto da Costa


Apresentação do Autornatural de Conselheiro Lafaiete, geólogo pela UFMG, Doutor pela Universidade de Clausthal Zellerfeld, Alemanha, foi Diretor do Instituto de Geociências da UFMG, de 1998 a 2006. Atualmente, coordenada o Centro de Referência em Cartografia Histórica da UFMG e dirige o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Entre outras, organizou e é co-autor das obras: - Os Caminhos do Ouro e a Estrada Real (Premio Jabuti 2006); - Roteiro Prático de Cartografia: da América portuguesa ao Brasil Império (Premio Jabuti 2008) e As Rochas e Histórias do Patrimônio Cultural do Brasil e de Minas.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Instituto Federal e a Preservação da Educação Ferroviária

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS
Instituto Federal e a Preservação da Educação Ferroviária em Santos Dumont, MG
Resumo:
Será abordado a história da educação técnica no Brasil, com ênfase naquela voltada para a ferrovia, contextualizando-a com as aspectos históricos, geográficos, políticos e econômicos e como os Institutos Federais se mostram hoje como os portadores dessa educação.

Apresentação:
André Diniz de Oliveira
Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico
Doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora
Diretor-geral Pro-tempore do Campus Santos Dumont do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

O processo de Turistificação do Patrimônio Cultural de Santos Dumont

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS


Bruno Guilarducci, Turismólogo, Mestrando em Turismo, Chefe Divisão de Turismo da Prefeitura de Santos Dumont e Presidente do Circuito Turístico Caminho Novo, fará a seguinte comunicação:

"A palestra pretende expor um panorama sobre o processo de turistificação do Patrimônio Cultural de Santos Dumont, com enfoque no Caminho Novo, por meio da apropriação de trechos do espaço territorial pelos agentes do turismo para que possa implementar a atividade turística. O intuito desse procedimento é a inclusão de novos fixos e/ou a refuncionalização dos espaços já existentes para que produzam novos fluxos e relações que caracterizam o turismo como fenômeno socioespacial contemporâneo. Esse processo prevê Intervenções urbanas que alteram a estrutura e a função de determinados espaços (bairros, setores, trechos, caminhos, etc.) da cidade, buscando modernizá-los e adequá-los às novas tendências e funções que hoje em dia podem ser diretamente vinculados à necessidade de reprodução da atividade turística. Como forma de exposição do conteúdo será apresentado o conceito relativo à turistificação e refuncionalização do espaço territorial, relacionando seu conteúdo ao patrimônio cultural, natural e paisagístico existente no trecho do Caminho Novo que liga os municípios de Santos Dumont e Antônio Carlos. Nesse aspecto, será mostrado o traçado do Caminho Novo segundo a descrição dos viajantes do século XVIII em contraponto ao trecho demarcado e utilizado pelo Instituto Estrada Real para compor a Rota Turística da Estrada Real. Dentro desse contexto, serão demonstrados os atrativos e recursos turísticos (patrimônio cultural) existentes nesses traçados que possuem condições de serem turistificados dentro de um conjunto local que inclui pontos de interconexão histórica e social".

quinta-feira, 9 de junho de 2016

sábado, 28 de maio de 2016

O Caminho Novo em Santos Dumont

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Guiados pelos estudiosos  Luiz Mauro Andrade da Fonseca e Bruno Campos Guilarducci, os participantes do VII Encontro de Pesquisadores do Caminho conhecerão um trecho do caminho que o viajante Burmeister percorreu no início da década de 1850.


Segundo Luiz Mauro,
o Caminho Novo passando pela cidade de Santos Dumont foi assinalado por vários viajantes estrangeiros, como Tavares de Brito (1732), Costa Matoso (1749), o governador Luís Diogo Lobo da Silva (1763-69), John Mawe (1808), Von Eschwege (1809), Saint-Hilaire (1816), John Lucock (1818), Pohl (1818), Cunha Matos (1823), Langsdorf (1824), Walsh (1829), Castelnau (1845), Burmeister (1850), Richard Burton (1867) e Canstatt (1871).

De acordo com seus relatos, o Caminho Novo entrava por Pedro Alves (Francesa), seguindo, rumo norte, até o Bairro João Gomes Velho, a princípio por fora da cidade com um traçado semelhante ao da BR-O40, e depois com uma variante entrando na cidade pela atual Rua 15 de fevereiro (Rocinha de João Gomes), subindo a Rua Afonso Pena e chegando a João Gomes Velho (Fazenda de João Gomes).
De João Gomes Velho (Bairro Santo Antônio) o trecho atravessava o Rio das Posses (citado como Córrego), subia o morro atrás do Seminário Seráfico, atingindo o sítio da Cabeça Branca (no atual Bairro da Glória) e continuava, rumo norte, em direção a Pinho Velho, Soledade, Pinho Novo, Fazenda da Mantiqueira, para transpor a Serra da Mantiqueira pelo trecho da antiga União e Indústria) até atingir a Fazenda da Borda do Campo (em Antônio Carlos) e depois a Fazenda do Registro Velho (em Sá Fortes).

O trajeto básico Pedro Alves – João Gomes – Pinho tem sua toponímia derivada dos sesmeiros Pedro Alves de Oliveira, João Gomes Martins e Agostinho Pinho e Silva, primitivos moradores do Caminho Novo na região.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Museu Casa Natal de Santos Dumont

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS




No sábado, dia 18 de junho de 2016, os participantes do VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo participação do Passeio Cultural por Santos Dumont. Uma das atividades será dirigida por Tomás Castello Branco, presidente da Fundação Casa de Cabangu.

Segundo o IEPHA-MG, o Museu está 
localizado no Vale da Mantiqueira, a 16km do centro da cidade de Santos Dumont, numa uma área de 365 metros quadrados que guarda espelho d’água, cascatas, quiosques, jardins, arvoredos e passarelas. Foi neste cenário que nasceu Alberto Santos Dumont. 
Inaugurado em 1975 (ano do centenário do nascimento do aeronauta), o museu preserva um precioso acervo sobre a vida de Santos Dumont, com objetos pessoais, cartas, fotografias e peças originais de alguns de seus aviões. 
Em 1949, foi criada a Fundação Casa de Cabangu, com a finalidade de proteger o acervo do inventor ainda existente na Fazenda de Cabangu. O tombamento pelo IPHAN veio em 1956. 
Atualmente mantido por uma parceria entre a Aeronáutica e a Fundação Casa de Cabangu, o museu fica aberto à visitação todos os dias da semana. 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Visita de sábado: primeiras fábricas de laticínios.

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Uma das opções de passeio no sábado, dia 18 de junho, levará os participantes do VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo a conhecerem a história de uma indústria pioneira na América do Sul.

Victor Kingma, Administrador de Empresas, Escritor e Historiador é descendente de pioneiros na implantação da Industria Laticinista Brasileira. Tem cinco livros publicados no Brasil e um no exterior.

Falará aos visitantes sobre a chegada do gado holandês no Brasil, a expansão da bacia leiteira, a implantação da primeira indústria de laticínios da América do Sul e da primeira fábrica de coalho, na região da Mantiqueira.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Mesa Redonda: Arquivos Públicos Regionais

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

ARQUIVO HISTÓRICO MUNICIPAL PROFESSOR ALTAIR JOSÉ SAVASSI

Profa. Dra. Edna Maria Resende (ACAHMPAS) e 

Prof. Dr. Sheldon Augusto Soares de Carvalho (ACAHMPAS)


Tem-se por objetivo apresentar a história do Arquivo Histórico Municipal Professor Altair José Savassi (AHMPAS), realizar um balanço de atividades e das demandas, descrever a situação atual do acervo, destacando os fundos documentais sob a guarda do AHMPAS e ressaltando a importância do Arquivo Histórico Municipal Professor Altair Savassi para a história e a memória da região, ao cumprir sua finalidade de guardar, preservar e tornar acessível a todos os interessados o patrimônio cultural e documental do município de Barbacena e da região. Pretende-se, ainda, debater as possibilidades de traçar caminhos para consolidar sua atuação enquanto espaço de memória e de cidadania, tarefa à que se propõe a Associação Cultural do Arquivo Histórico Municipal (ACAHMPAS), parceira comprometida com a preservação e divulgação do patrimônio documental da região.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Turismo cultural pela cidade de Santos Dumont

Programa do segundo dia do VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, 18 de junho de 2016 – sábado: Museu Casa Natal de Santos Dumont, primeiras fábricas de laticínios, Estrada União e Indústria, e Fazenda da Mantiqueira.


Saída: 8:30h – em frente à Faculdade

Opção 01 – Cabangu e Mantiqueira

09:00 – 09:30h / “Cabangu”, Casa Natal de Santos Dumont, visita acompanhada por Tomás Castello Branco, presidente da Fundação Casa de Cabangu. Apresentação de pequeno histórico.

10:00 – 10:30h / Visita ao distrito da Mantiqueira, berço das primeiras indústrias de laticínios do Brasil / Apresentação do historiador Victor Kingma Orlando.

11:00 / Fazenda da Mantiqueira, que pertenceu ao inconfidente José Aires Gomes – Apresentação de histórico por seu proprietário atual, Roberto Ricardo Amado.



Opção 2 – Caminho Novo e Estrada União e Indústria

09:00h – 10:30 / João Gomes Velho – Cabeça Branca – Pinho Velho – Pinho Novo – Soledade – Estrada União e Indústria – Chafarizes - Apresentação pelos historiadores Luiz Mauro Andrade da Fonseca e Bruno Campos Guilarducci.

11:00 / Fazenda da Mantiqueira, que pertenceu ao inconfidente José Aires Gomes – Apresentação de histórico por seu proprietário atual, Roberto Ricardo Amado.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Vias de Minas: Estradas Reais e Ferrovias


SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Helena Guimarães Campos, historiadora, atua como Técnica do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, e na produção de obras históricas, de formação docente, didáticas, paradidáticas e literárias. Sua participação no VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo será a seguinte:


"A comunicação está baseada na obra da autora intitulada Caminhos da História:Estradas Reais e Ferrovias (Fino Traço Editora, 2012), um estudo comparativo entre esses caminhos terrestres que serviram ao território mineiro em diferentes épocas. Essa obra busca estabelecer aproximações entre as estradas reais dos séculos XVIII e as ferrovias dos séculos XIX e XX. Do traçado à técnica de construção, das relações com o povoamento e com a ocupação do espaço aos aspectos sociais e culturais ligados à operação de seus típicos meios de transporte e à vida das comunidades do entorno das vias, foram buscadas aproximações entre os caminhos.
A principal referência para esse estudo é a publicação Introdução à História Ferroviária, de Ademar Benévolo (1953), obra surpreendentemente completa que abarca um século de história das estradas de ferro brasileiras e que traz uma pluralidade de percepções e reflexões técnicas, econômicas, sociais e culturais. A partir de Benévolo, a autora contextualiza as associações e comparações entre os referidos caminhos terrestres, estabelecendo semelhanças, diferenças, continuidades e mudanças entre diversos aspectos de suas histórias.
Dentre esses caminhos terrestres, a comunicação privilegia o Caminho Novo e a Estrada de Ferro Central do Brasil, conferindo destaque à região de Santos Dumont. Fotografias antigas e atuais, mapa, esquema, ilustrações, pinturas, charge, propagandas, revistas, jornais, cartaz e textos históricos serão utilizadas na apresentação da comunicação, contribuindo para torná-la ágil e diversificada."

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A história social através do método de pesquisa genealógica: a genealogia corrigindo lapsos da história.

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Retomando o assunto abordado no 2º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, nesta edição a pesquisadora Nilza Cantoni traz mais um aspecto da história de Leopoldina que foi corrigido com a ajuda do método de pesquisa genealógica. Ao eleger trajetórias de vida para estudar as práticas sociais dos povoadores de sua cidade natal, ela produz biografias representativas não pelo que há nelas de singular, mas pelas regularidades que apresentam e que, sintetizadas, permitem um novo olhar sobre a história local, muitas vezes distante do que consta na história oficial daquele município.

Nilza Cantoni é Pedagoga, Especialista em História Cultural, pesquisadora da História de Leopoldina.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Abandono e esquecimento: o patrimônio histórico nos caminhos antigos na Baixada Fluminense

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016

SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS



O Professor Paulo Clarindo, coordenador do grupo Amigos do Patrimônio Cultural – Nova Iguaçu, RJ, convida
"para uma pequena viagem pela história, onde vamos percorrer trechos de alguns caminhos antigos pela Baixada Fluminense para conhecer um pouco dos bens culturais ainda existentes, que teimam em resistir à ação do tempo, ao abandono e ao esquecimento.Também convidamos o público ouvinte para uma reflexão acerca do que a sociedade civil pode fazer para tentar reverter esse triste quadro de abandono e esquecimento porque passa o nosso patrimônio histórico frente à inércia e a impotência do Poder Público, tanto no âmbito municipal quanto estadual e federal."

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O traçado da E. F. Dom Pedro II e suas coincidências com o Caminho Novo

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016
SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS

Uma das comunicações do primeiro dia do Encontro, 17 de junho, será do Professor Antonio Pastori, do Rio de Janeiro : 


"Diferentemente da E. F. Leopoldina (3.057km), que se formou pela junção de várias estradas de ferro, a E. F. Dom Pedro II - posteriormente Central do Brasil, com o advento da  República - foi planejada com início e fim, atingindo 3.729km sendo que boa parte do seu trajeto concordava com o rumo do Caminho Novo da Estrada Real."
O economista, pesquisador e ferroviarista Antonio Pastori vai apresentar algumas dessas concordâncias que se dão em certas cidades lindeiras ao Caminho Novo, no trecho mineiro/fluminense da D. Pedro II/Central.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Programa do VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo

SÉTIMO ENCONTRO DO CAMINHO NOVO / 17 E 18 DE JUNHO DE 2016

SANTOS DUMONT – MINAS GERAIS
PROGRAMA 


17 de junho de 2016 - sexta-feira


Local: Auditório da Fundação Educacional São José (antiga Escola Normal), Avenida Getúlio Vargas, 547, Centro 

08:00h – Inscrições gratuitas feitas na hora – vagas limitadas ao espaço físico do auditório – público alvo: pesquisadores e professores

08:30h – Abertura – organizadores - Apresentação dos participantes - Professores Luiz Mauro Andrade da Fonseca e Francisco Rodrigues de Oliveira (Centro de Memória Belisário Pena e Associação dos Amigos do Arquivo Público Altair Savassi – Barbacena)

09:00h – “Educação Patrimonial em Santos Dumont” – Professores Bruno Campos Guilarducci, Ana Maria Marques Dias e Marisa Fontes (Prefeitura Municipal de Santos Dumont)

09:30h - “Homens ‘civilizados’, homens de negócios: São João Del Rei e as elites oitocentistas (1822-1842) ” – Prof. Leonardo Bassoli Ângelo (Programa de Pós-Graduação em História – Universidade Federal de Juiz de Fora)

10:00h – intervalo – café

10:30h – “Abandono e esquecimento: o patrimônio histórico nos caminhos antigos na Baixada Fluminense” – Prof. Paulo Clarindo (Coordenador do Grupo Amigos do Patrimônio Cultural – Nova Iguaçu – RJ).

11:00h - “A história social através do método de pesquisa genealógica: a genealogia corrigindo lapsos da história. ” – Prof.ª Nilza Cantoni (Leopoldina)

11:30h - “Santeiro, além da matéria” – Escultor Luciomar Sebastião de Jesus (Congonhas)

12:00h – Almoço 

14:00h – “Vias de Minas: Caminho Novo e Ferrovias” – Prof.ª Helena Guimarães Campos (Belo Horizonte)

14:30h – "O traçado da E. F. Dom Pedro II e suas coincidências com o Caminho Novo". – Prof. Antonio Pastori (Rio de Janeiro).

15:00h – "Instituto Federal e a Preservação da Educação Ferroviária" – Prof. André Diniz de Oliveira (Diretor do IFET – Santos Dumont).

15:30h – “Os Caminhos de Ernst Hasenclever em Minas Gerais” – Edson Brandão (Secretário de Cultura de Barbacena). Lançamento de livro.

16:00h – intervalo – café

16:30h – Mesa-redonda “Arquivos Públicos Regionais” – Barbacena (Prof.ª Edna Resende), São João del Rei (Prof. Jairo Machado) e Juiz de Fora (Prof. Antônio Henrique Duarte Lacerda).

17:30h – “Santos Dumont nos mapas antigos” – Prof. Antônio Gilberto da Costa (Belo Horizonte – UFMG)

18:00h – - “Atuação do Ministério Público de Minas Gerais na defesa do patrimônio cultural da Estrada Real - Caminho Novo” - Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda (Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural de Minas Gerais).

Durante todo o dia, exposição e venda de livros relacionados pela Livraria Quarup, de Juiz de Fora, de livros usados, a cargo de Cláudio Luiz da Silva. Livros sobre o Caminho Novo e cidades mineiras. Lançamentos.

Após o final das comunicações, jantar de confraternização (por adesão) entre os participantes do evento, com música de fundo (roda de choro).


18 de junho de 2016 – sábado 


09:00h – Turismo cultural pela cidade de Santos Dumont, compreendendo Museu Casa Natal de Santos Dumont, primeiras fábricas de laticínios, Estrada União e Indústria, e Fazenda da Mantiqueira.



SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM EM SANTOS DUMONT

POUSADA VILLA DUMONT – Rua João Pessoa, 58, Centro, telefax: (32) 3251-3059 – contato

HOTEL ITAIPU – Rua 13 de maio, 357, Centro, telefone: (32) 3251-3013 – contato

HOTEL E LEITERIA SÃO LUIZ – BR 040, km 742 – tel: (32)3251-3153 - contato




terça-feira, 5 de abril de 2016

VII Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo



17 e 18 de junho de 2016
Santos Dumont, MG

17 de junho de 2016 - sexta-feira

Local: Auditório da Fundação Educacional São José, Avenida Getúlio Vargas, 547, Centro



18 de junho de 2016 – sábado 

Turismo cultural pela cidade de Santos Dumont, compreendendo Casa Natal de Santos Dumont, primeira Fábrica de Laticínios, Estrada União e Indústria, e Fazenda da Mantiqueira, com explicações a cargo de: